segunda-feira, fevereiro 02, 2009

nascer com o cordão à volta do pescoço

Este pormenor era tido muito em conta antigamente. Nascer com o cordão umbilical à volta do pescoço era sinal de fortuna. Mas - há sempre um mas - também obrigava a que a criança tivesse forçosamente de ter José no nome. Assim se justificam as muitas "Maria José" que por aí existem.
Diziam os antigos que se à criança nascida com o cordão umbilical à volta do pescoço não se colocasse o nome de José, fosse rapaz ou rapariga, ela morreria "afogada", que julgo ser a maneira de o povo dizer asfixiada. Que trágico!
Não conheço quem tenha arriscado a não colocar o nome de José e por isso não posso confirmar nem desmentir este antigo hábito.

Comments:
A probabilidade de morrer asfixiada é superior à de morrer afogada especialmente antes de "nascer" e de lhe ser retirado o "cordão". Tenho uma filha que nasceu nessas condições e que não carrega esse nome! Seria interessante saber que superstições associam a este fenómeno outras culturas!
 
Ola eu tenho uma menina que fez agora 1 ano que nasceu não com 1 não com 2 mas com 3 voltas e chama-se Sabrina maria .

Xau mil beijinhos

carole resende
 
Boa tarde! Engraçado o seu post. Ainda me esforcei para tentar passar despercebido, mas o meu impulso foi mais forte que eu perante esta situação. Pois foi há pouco mais de trinta e cinco anos que numa cidade Angolana chamada Benguela, nasceu um menino com o cordão umbilical enrolado no pescoço. Nasceu roxo e na altura, segundo os médicos presentes, qualquer coisa como mais alguns escassos segundos dentro do ventre da sua Mãe, lhe teriam sido fatais. Depois de uma longa reunião e de discussões acesas entre familiares, amigos e saberes de crença popular, ficou decidido que essa criança chamar-se-ia Cláudio Emanuel e não teria José no nome. Agora, que me apresentei, posso continuar o meu relato na primeira pessoa. Deu-se a independência de Angola e os meus pais vieram para Portugal, quando eu ainda era uma criança de colo. Aqui cresci, como um menino normal, mas com uma única diferença que é este meu medo gigantesco por grandes superfícies de água. Amo o Mar, sempre fui à praia, embora dentro de água, tenha sempre muito cuidado e se não sentir a areia debaixo dos pés, entro em pânico. Como num estado de nervos e impaciência absolutos, também fico, sempre que vejo alguém nadar para mais longe.
Um dia, em conversa com um amigo, ele deu-me uma nova opinião, que segundo ele, eu não morreria afogado, mas sim que havia morrido dessa forma na minha última vida. Fiquei muito mais descansado (sorrindo). Bem, de qualquer das formas, não querendo maçar mais e para terminar, à uma mão cheia de anos atrás, fui informado que era Índigo, e que os seres Índigos são colocados à prova, em difíceis testes de sobrevivência, muitas das vezes ainda na barriga da mãe. Aí fiquei quase esclarecido.
Desde já muito obrigado pela sua atenção e desculpe qualquer coisa.
 
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